Cabeamento submarino: a expansão das redes de fibra óptica no Brasil

O cabeamento submarino tem sido um fator de extrema relevância no cenário da tecnologia e da informação, conheça mais sobre ele.

01-02-17-- BLOG-- - KGM LAN-01

A demanda da sociedade por conexões mais robustas, ágeis e seguras faz surgir a necessidade por soluções capazes de aprimorar os atuais conceitos de conexão e conectividade. Os “limites” geográficos deixam de ser limites com a expansão das redes ópticas e a utilização de cabeamento submarino.

O cabeamento submarino tem sido um fator de extrema relevância no cenário da tecnologia e da informação. Graças à sua expansão, inúmeros serviços se tornam viáveis e a vida das pessoas se torna mais fácil. Contudo, esse ainda é um assunto pouco explorado. Apesar de ser do conhecimento dos profissionais da área, alguns detalhes sobre essa temática ainda podem ser novidades.

Em razão disso, para te deixar ainda mais por dentro desse tema, nesse artigo, vamos abordar alguns desses detalhes e mostrar como o cabeamento submarino tem impactado a vida das pessoas, sem que elas percebam. Continue lendo e confira!

O que é e como é feito o cabeamento submarino?

Antes de adentrarmos no assunto, é fundamental entender o que de fato é o cabeamento submarino e como ele funciona. Assim, de maneira bem simples, o cabeamento submarino nada mais é do que extensas redes de informações cabeadas, estendidas e que conectam um continente a outro — são os chamados backbones.

Esses cabos são submersos por meio de navios que, à medida que navegam, vão imergindo-o no oceano. É evidente que todo esse processo não é tão simples. Estudos são feitos para definir quais os locais são mais viáveis para a colocação dos cabos, além de pesquisas para aprimorar a confecção deles, por exemplo.

Quais são os seus principais impactos?

Bem, agora que você já tem em mente a noção básica de um cabeamento submarino, passaremos a falar mais sobre seus impactos na vida das pessoas. Vejamos:

1. Evolução nos padrões de conexão

Um dos grandes efeitos dos avanços tecnológicos é a sua capacidade de alterar a forma e a necessidade com que as pessoas utilizam determinados serviços. Em se tratando de conexão, não é diferente. Com o avanço do cabeamento submarino, o já conhecido modelo de conexão por fibra óptica ganha ainda mais força e fica ainda mais em evidência.

Com a massiva aplicação desse modelo, as conexões tendem a ficar cada vez mais velozes, estáveis e, principalmente, mais baratas. Isso faz com que mais usuários queiram se beneficiar do seu uso, o que, consequentemente, provoca uma evolução no padrão utilizado pelas pessoas na hora de conectar à internet.

No Brasil, tal fato já é possível de se confirmar. Atualmente, a utilização da fibra óptica como padrão de conexão vem crescendo de forma acelerada. Diferentes provedores de internet já oferecem esse tipo de conexão por valores muito mais acessíveis se comparados aos praticados há alguns anos.

Assim, a fibra óptica chega a mais pessoas, e deixa de ser exclusividade do mundo corporativo.

2. Aprimoramento de serviços

Com cada vez mais pessoas conectadas e cada vez mais serviços que dependem da internet, é natural que toda uma infraestrutura de rede seja necessária para atender às necessidades dos usuários.

O cabeamento submarino tem viabilizado uma série de benefícios nesse aspecto. Com a robustez proporcionada pela instalação da fibra óptica e com a  ampliação da quantidade de dados e informações que hoje podem trafegar por eles, determinados serviços expandiram de maneira significativa, como é o caso da computação em nuvem e dos modelos de transmissão via streaming — Netflix e Spotify – além de outras tecnologias que tipicamente utilizam fluxos constantes de conexão e, logo, dependem de uma largura de banda muito maior.

Por fim, esses são alguns fatos que permitem entender o atual panorama da evolução dos modelos de conexão à internet, bem como entender como o cabeamento submarino contribui para isso.

Agora que você já tem essas informações, o que acha de fazer com que elas cheguem a mais pessoas? Compartilhe esses conhecimentos nas suas redes sociais!

Fonte: ISP Blog

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